sem pais, sem país
a mesma poesia?
entrar no rumo, no ritmo
isolamento.
Desfigurei o armário
nazistas, fascistas pendurados
oito, oitenta em navegação
o grave reverbera
no império de Tânatos.
Já em noventa e sete
filtros vermelhos no chão
vermelho na boca
o cabelo um ovo
o corpo um v
sem paz, sem país
o corpo negro.
Zero a direita segue a vida
Deus abençoe
junte suas partes com durex
repasse
faça girar a roda
Crie uma alma
para não parar a economia
neoliberais, anarcocapitalistas pendurados
a própria barreira engole
mar de lama
Tsuname no sertão
sem pá, sem país
A rotação continua
acordar nem todo dia
sono eterno, sono etéreo
andar no éter
para ficar acordado
acordado no mundo
mundo de Tânatos.
A morte ganhou a eleição
orgia, magnitude, festa, amplidão
o hospício riu na minha cara
uma estrada selada
cada um contamina três
quando foi a minha vez?
sem pá, sem pais, sem paz, sem país
29/04
a mesma poesia?
entrar no rumo, no ritmo
isolamento.
Desfigurei o armário
nazistas, fascistas pendurados
oito, oitenta em navegação
o grave reverbera
no império de Tânatos.
Já em noventa e sete
filtros vermelhos no chão
vermelho na boca
o cabelo um ovo
o corpo um v
sem paz, sem país
o corpo negro.
Zero a direita segue a vida
Deus abençoe
junte suas partes com durex
repasse
faça girar a roda
Crie uma alma
para não parar a economia
neoliberais, anarcocapitalistas pendurados
a própria barreira engole
mar de lama
Tsuname no sertão
sem pá, sem país
A rotação continua
acordar nem todo dia
sono eterno, sono etéreo
andar no éter
para ficar acordado
acordado no mundo
mundo de Tânatos.
A morte ganhou a eleição
orgia, magnitude, festa, amplidão
o hospício riu na minha cara
uma estrada selada
cada um contamina três
quando foi a minha vez?
sem pá, sem pais, sem paz, sem país
29/04