Vivo os dias
Agora preenchidos pela ausência
Quando se vê o amor e o suspiro interrompido
E tudo na garganta é ânsia
Tudo no peito agita
Um nome em eco sem fim
Furando o concreto da cabeça
Cada palavra doce, veneno,
Torna nua a fragilidade.
Sinto-me assim
calada
só
neste campo,
colheita de segredos.
Agora preenchidos pela ausência
Quando se vê o amor e o suspiro interrompido
E tudo na garganta é ânsia
Tudo no peito agita
Um nome em eco sem fim
Furando o concreto da cabeça
Cada palavra doce, veneno,
Torna nua a fragilidade.
Sinto-me assim
calada
só
neste campo,
colheita de segredos.