terça-feira, 23 de agosto de 2011

E de sexo como parestesia
e de vantagem como estrutura
e de noite como cinema
e de traço como rua

e do que ecoa

como ego

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

O escritor



Talvez ele não viva mais

Apenas escreve
Apenas relata e respira
Simplesmente concatena

Um ardiloso escultor
Ou um ator franco
Não entendem como se faz arte
De meros rabiscos no papel

E das estrelas que simplesmente admiramos
Ele extrai, interroga, desnuda e tece
Belas palavras, tristes histórias
Que levam pro mundo esse insosso jeito de amar." (Samilo Takara)

terça-feira, 2 de agosto de 2011


Pelo degredo de estrutura
exílio entremente
não me aflige a ruptura
esse pecado dissidente   

não me degrada a dissidência
dos vãos e do ardente
não mais almeja diletancia
caiada estridente

madrugada

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Ai de dourada
Delírio ou diferença
Ai de vontades

e intermináveis consequências

Seus sóis oníricos
Seu levante lirico
Sal ilógico

no paladar da permanência