deixe que a destruição seja paz
e que a revolução se mova pela desordem
que os deuses da desordem trepem
e minha boceta mastigue o mundo
que os anjos masturbem o cu com seu controle
pois o que vem se dissolvendo tem nome de posse
domingo, 9 de abril de 2017
tão patética
tão sozinha
se fora da janela imenso
e aqui dentro infinito
entendo a beleza
como sensação
a garganta quente
quando tudo dilata
a boca quente
os olhos caças
hoje encostei meu ouvido na terra
devagar
pra ver se havia culpa nessa felicidade tosca
e artificial.
meu bem,
o mundo só me respondeu vento
só me respondeu chuva
pelo menos o meu niilismo
eu pinto com ouro e carne crua