Se a luz espiralada está ligada
sei que nos quatro cantos do quarto
se entreva a escuridão. densa, calada
Apague todas as luzes
Deixe a noite diluída entrar
Deixe os tornarem-se parte
Dessa penumbra espessa
Quando cada esforço
tem a mesma cor.
E então me pego a vigiar
Pretensão de ser estandarte
daquilo que sempre fluiu depressa
as margens sempre, saltitando ao redor de profundo poço
tem a mesma cor.
Não importa se há vinho e nunca jantar
A Morte tem seus próprios afazeres, tão indiferente a Morte
e corremos aos outros deuses,às outras curas, à esperança assassina
O mundo, a cruz, a carroça, o mais lindo decote carreguei no dorso
não há nada para olhar, não há nada para ser vista/ Apenas, seja como for
sei que nos quatro cantos do quarto
se entreva a escuridão. densa, calada
Apague todas as luzes
Deixe a noite diluída entrar
Deixe os tornarem-se parte
Dessa penumbra espessa
Quando cada esforço
tem a mesma cor.
E então me pego a vigiar
Pretensão de ser estandarte
daquilo que sempre fluiu depressa
as margens sempre, saltitando ao redor de profundo poço
tem a mesma cor.
Não importa se há vinho e nunca jantar
A Morte tem seus próprios afazeres, tão indiferente a Morte
e corremos aos outros deuses,às outras curas, à esperança assassina
O mundo, a cruz, a carroça, o mais lindo decote carreguei no dorso
não há nada para olhar, não há nada para ser vista/ Apenas, seja como for
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