Anseio
e um peito pequeno.
tão livre
todo ritmo desrespeito.
Cada cadencia minha
Deseja o mar da tua.
Entrego-me, me rendo
a troca alucinada
figuras, reflexos, composições é projeto.
Quero apanhar o teu cheiro com a boca
e devolver a minha selva de encontros secretos
integrados a sinestesia dos desejos
natural do teu corpo
material do teu fosco.
Todos os deuses em chamas
queimando através do céu
de extase imediato
a cada muito do mundo, é teu.
De pressa, dê prece
que a ansia presa fere
Dilata sentido ao nada
para alma revelar desfocada
Meu nada e só meu nada
nirvana, sereia, amém
Que Sol há de queimar
até o fim
Ostara
"...Quero apanhar o teu cheiro com a boca..."
ResponderExcluir...e precisa mais?
Tupãense tambem é, que bom conterrânea, ... que bom!!!
Olha que encontro mais tudo na minha vida. Samy, Samira, minha amiga desde sei lá quando. Desde quando tocava spice girls na 97,7. Encontraram-se no blog. VocÊs já se conheciam? Não, pelo jeito. Mas também, com um poema desses, só poderia atrair. Vamos celebrar a força expiral girando as energias na mesma direção.
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